Bem-vindo ao Website dos FORCADOS AMADORES do RIBATEJOOval: Sangue, suor e saudade
Oval: Rimas do Ribatejo
Caixa de texto: O Mestre Domingues António
Nunca encarou o demónio
Na arte de cavalgar,
Montado no seu “carocho”
A galope ou mesmo chocho
Só lhe faltava falar.

Em Coruche numa tourada 
Triste sorte desvairada
O mais grave aconteceu,
Ao recolher o toiro p’ró curro
Este deu um urro
Em desequilíbrio o colheu.

O toiro de nome Dromileno
Este parecia ser sereno
Também investiu no “pampilho”,
Desta vez é que foram elas
Partiu cinco costelas
Mas nunca perdeu o brio.

Peço aos senhores da Tauromaquia
Que analisem a valentia
Dos Campinos que preparam a festa com brilho,
Palmas e flores dentro da Praça
P’rós cavaleiros espadas e forcados com raça,
Mas não esqueçam o “Pampilho”.

Cá na minha opinião
Sempre ao lado da razão
Na Charneca ou junto ao Tejo,
Eu afirmo com rigor
Que o homem de real valor
É o Campino do Ribatejo!

Joaquim Fortunato Agostinho, 03-03-2007
Dedicado ao campino de Benavente
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